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Recuperação é Dignidade: Por que o Tratamento do Alcoolismo é um Direito Humano

Recuperação é Dignidade: Por que o Tratamento do Alcoolismo é um Direito Humano

10 de dezembro de 2025

Quando falamos em Direitos Humanos, muitas vezes pensamos em grandes tribunais ou questões geopolíticas distantes. Mas a Declaração Universal dos Direitos Humanos, celebrada hoje (10/12), toca diretamente na vida de quem luta contra a dependência química.

Eleanor Roosevelt, ex-primeira-dama dos Estados Unidos, segurando uma cópia em inglês da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH).
Eleanor Roosevelt, ex-primeira-dama dos Estados Unidos, segurando uma cópia em inglês da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH).

O Artigo 25 da Declaração é claro: "Todo ser humano tem direito a um padrão de vida capaz de assegurar a si e à sua família saúde e bem-estar..."

O alcoolismo é reconhecido pela OMS como uma doença crônica, não uma escolha moral. Quando a sociedade estigmatiza o dependente, ela fere o Artigo 1, que diz que "todos nascem livres e iguais em dignidade".

Na APTA, acreditamos que oferecer tratamento não é apenas um serviço médico, é um ato de restauração da cidadania.

O Direito à Liberdade: A dependência aprisiona. O tratamento devolve a liberdade de escolha e a autonomia sobre a própria vida.

O Direito à Segurança: O tratamento protege o indivíduo e sua família, garantindo um ambiente seguro para o desenvolvimento pessoal.

O Direito à Não-Discriminação: Acolher sem julgar é o primeiro passo para garantir que o ser humano por trás da doença seja respeitado.

Neste dia 10 de dezembro, reforçamos nosso compromisso: lutar pela sobriedade é lutar pelo direito fundamental de viver com plenitude. Se você ou alguém que você ama precisa de ajuda, saiba que buscar tratamento é exercer o seu direito à vida.